Fonte para Preamp

Achei mais um esquema bacana que acaba por completar o anterior sobre filamentos.  Trata-se de uma fonte estabilizada de alta tensão para válvulas de preamp. Até pode ser utilizada em powers de baixa potência, pois dá 50mA de corrente total, mas é preciso modificar o projeto para trabalhar com tensões mais altas. O esquema foi projetado para receber 230v AC e disponibilizar na saída cerca de 260v DC filtrados e devidamente estabilizados.

Fontes

A fonte silenciosa é a garantia de um som cristalino em preamps do tipo Fender. Provavelmente em preamps de médio e alto ganho também fique boa.

Fontespcb

 

B. Blender

Nesta semana o leitor Eduardo Kaiser entrou em contato com o blog pois ele queria misturar o som limpo da guitarra com um overdrive. Esta técnica é muito utilizada por grandes guitarristas e tem como base deixar passar de 20 a 30% do sinal limpo juntamente com a distorção. Para conseguir isso utilizam splitters e enviam o sinal para mais de um amplificador ao mesmo tempo:

amps

Como sabemos, não é para todo mundo o luxo de ter vários amps em palco. Nunca tinha lembrado de compartilhar esta solução no blog, mas com a lembrança do tema resolvi postar algo que encontrei faz tempo e que é ótimo. Atualmente existem pedais de overdrive como os Mad Professor, Fulltone e T-REX que já fazem isso internamente. A vantagem de ter um circuito como este que apresento é poder ligar todo e qualquer pedal de overdrive e distorção e obter os mesmos resultados.

esquema

Com o nome B.Blender o projeto consiste em um circuito simples com um ou dois AMPOPs que cria um “loop” onde você coloca um ou mais pedais. Através do potenciômetro “blend” você deixa passar mais ou menos sinal limpo da guitarra direto para o amplificador. Funciona como um mix. No site do projeto que você encontra AQUI existem ainda mods de ganho e volume, bem como projetos de placa. É só pegar e montar. O circuito é tranquilo e não tem ruídos, pode ser montado em uma caixa tipo um pedal com bypass e tudo.

 

Créditos para o desenvolvedor Sean Mac Lennan 357b7-emoticon_laughing

Achados do Gambiarras

premiere

O achado do mês é um site que descobri a bem pouco tempo e desde então entro quase diariamente. O site é para quem gosta de ficar antenado com novidades sobre lançamentos no mundo musical. Também tem artigos para baixistas. O site além de muito atualizado, traz reviews de muitos produtos interessantes. Se você gosta de estar ligado no que há de mais novo no mundo da guitarra, este é o seu site. Acima da média, não é superficial e vai muito além de falar das marcas mais populares.

Premier Guitar

Fonte para Filamentos

12ax7

Ando vasculhando legal o meu baú de projetos interessantes e na medida do possível vou colocando aqui para que todos possam usufruir também.  O mais difícil é organizar tudo e passar de uma forma legal para quem quer montar. Sem mais conversas, hoje apresento no blog uma fonte para filamentos de válvulas que trabalham com 6,3v ou 12,6v. Como sabemos, as válvulas precisam aquecer para funcionar. A maioria dos amplificadores injeta o AC direto nas válvulas para aquecer os filamentos. Funciona bem, mas por vezes essa solução traz problemas como ruídos, oscilações da rede elétrica e diminuição na vída útil das válvulas. A proposta do esquema que trago hoje é a seguinte: Ter uma fonte DC filtrada, estabilizada, livre de ruídos, que pode ser ajustada ao milímetro para 6,3v ou 12,6v e com um adicional: Uma subida lenta de tensão, permitindo assim ligar os filamentos devagar e prolongar a vida útil dos mesmos. Interessante, não? Vamos ao projeto:

filamentos

 

A fonte leva componentes comuns e pode ser montada com uma capacidade de até 5A. Recomendo montar para prés ou amps até 15w que utilizam válvulas 12ax7 e EL84. O coração do circuito é o Mosfet BUZZ11 que deve ser montado em um bom dissipador de calor devidamente equipado com pasta térmica e mica isolante. O transformador deve ser 30% acima tanto em corrente como em tensão desejadas. O trimpot P1 faz o ajuste fino da tensão de saída. Como a subida é lenta, o ideal é esperar de 15 a 30 segundos para fazer o primeiro ajuste. Depois disso ligue as válvulas e faça novamente o ajuste para compensar alguma queda de tensão provocada pelo consumo. Feito isso é só alegria.

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Infelizmente não tenho como disponibilizar o desenho da placa pois fiz à mão e não achei o papel para colocar aqui. De qualquer maneira o desenho não é difícil de fazer e se quiser tentar copiar a partir da foto aqui publicada fique à vontade.

Preamp Simples

preamp

 

Seguindo o pensamento do post anterior, aqui estamos com mais uma novidade. O pré que publico aqui pode ser utilizado com qualquer potência incluindo a do post anterior. Consiste em um pequeno circuito com controle de Agudos, Graves e Volume. O esquema é muito simples e conta com um circuito integrado 4558 que você encontra em qualquer casa de eletrônica. O pré é simples e não possui nenhum tipo de distorção ou overdrive. É possível incluir um loop para efeitos, mas acho desnecessário. Todo o resto da festa você pode fazer com pedais. O som é muito bacana, equilibrado. Achei o grave dele incrível e casa bem com qualquer guitarra e pedal. O circuito é modesto e não precisa de muito para operar. Trabalha com tensões de 9 a 30v e consome apenas 4mA. É moleza combinar com qualquer potência. O arquivo conta com instruções sobre o circuito, diagrama completo de ligações e até o pcb limpinho para você transferir e montar. Como o consumo é muito baixo, o artigo recomenda alimentá-lo com uma bateria 9V, o que eu até recomendo pois você pode utilizar uma bateria recarregável que vai durar muito e não correr nenhum risco com ruídos. Foi assim que casei com o módulo ILP do post anterior e consegui os melhores resultados sem ruído algum!

Fica a dica, fica AQUI o link para o arquivo.

Módulo ILP

logo

Olá Nobres colegas. Voltando o foco para eletrônica, hoje resolvi falar de um amplificador muito bacana que comprei e quero compartilhar com vocês. Quem quer construir um amplificador sabe que o conceito pré+power é básico. Existem vários esquemas de power com circuitos integrados da série TDA ou LM. Muitos deles equipam a grande maioria dos amplificadores comerciais transistorizados para guitarra. O problema que sempre encontrei nestes amplificadores foi o aquecimento excessivo e a instabilidade nos componentes. Muitos deles quando em volumes altos ou quando aquecem começam a oscilar o volume do nada, e isso é um terror para qualquer guitarrista. Talvez por isso os amplificadores atuais não recebem o devido valor. Antigamente contavam com transístores de potência parrudos que não queimavam com facilidade nem oscilavam ganhos e volumes. Foi pensando nisso que a uns tempos resolvi construir um amplificador transistorizado para mim. Conversando com um amigo guru das eletrônicas falei da minha intenção e ele me disse que durante muitos anos trabalhou com módulos de potência da ILP. São módulos de potência resinados construídos na Inglaterra. Ou seja, o módulo todo é uma coisa só e você não tem acesso aos transístores. Ele não é feito com circuito integrado. É um bloco sólido que inclui dissipador, placa, capacitores de filtro e ponte retificadora. É só plugar no trafo. O mais legal é que cortando uma trilha você tem saída para 4 ou 8 ohms. O diferencial deste para outros módulos comuns é a sonoridade e ausência de ruído.

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Como podem ver na foto, logo após o dissipador tem uma resina preta que esconde todo o circuito. Depois disso vem a placa em fibra de vidro e os demais componentes. O amplificador já tem esse dissipador corretamente dimensionado e você não precisa se preocupar com aquecimento. Já fiz testes com ele por horas no talo e não saiu do morno.

DSC00427A placa por baixo recebe um acabamento de prata que protege bem o cobre e facilita as soldas.

Como disse, o som é espetacular. Estes powers são projetados para construtores de amplificadores de alta fidelidade. São construídos com X-Fets e projetados para não terem nenhum tipo de ruído. Além de todo o cuidado na construção, os capacitores de filtro são de alto desempenho:

2013-09-08 09.09.02Capacitores Hi-Ripple são bem difíceis de encontrar. O ripple no final da série é desprezível e o amplificador é dos mais silenciosos que já vi. Nem aquele “S” típico ele tem. A taxa de distorção harmônica também é impressionante, 0,005%, enquanto alguns TDA ou LM trabalham em 1%. A resposta de frequência está entre 15Hz – 50kHz, muito além das tradicionais 20Hz – 20kHz praticadas pelo mercado. Além disso ele ainda conta com proteção interna de temperatura e ausência de carga na saída.

O módulo em questão é de 30W e faz muito barulho, mas os modelos são de 20, 30 ,60, 120 e 240w.

Como já deu para perceber, se um módulo desses estragar é impossível arrumar. Sem problemas pois a marca se garante e dá no mínimo 2 anos de garantia em cada módulo. O meu comprei em 2007 e funciona perfeitamente até hoje. É muito difícil dar alguma zica em um produto tão bem feito.

Com o módulo você também pode já pedir o transformador feito especialmente para ele. Eles fazem transformadores toroidais com resina no meio para anular qualquer hipótese de vibração, um luxo!

O conjunto amplificador + transformador custa +- 50 dólares. Mas se você comprar só o módulo fica ainda mais barato.

O amplificador pode ser ligado em qualquer pré. Tanto transistorizado, híbrido ou totalmente valvulado. No próximo post vou passar aqui um pré que casou como uma luva neste power e tem montagem simples e consumo mínimo.

 

 

 

Achados do Gambiarras

logoComo falado na semana passada, hoje venho com o site prometido. O autor tem um foco muito específico, o instrumento. O trabalho de investigar e ir ao detalhe do detalhe é grande e faz do blog hoje o melhor e mais bem munido de conteúdo sobre guitarra no Brasil. Alguns podem achar o autor extremista ou conservador demais, mas o trabalho feito e publicado é de qualidade inquestionável.

Louco Por Guitarra!

Produtos Clássicos

Recentemente comprei um jogo de válvulas igual a este:

tubesTrata-se de um par de 6L6GC casadas. Comprei em julho e só ontem resolvi abrir e testar. As válvulas originais do amplificador supostamente também são Groove Tubes, mas olhando contra a luz é possível ver gravado Sovtek nelas. Até aí tudo bem, não desgosto da marca, mas não precisavam fazer tanto barulho como se fossem de outra marca. A Groove Tubes é mais uma marca clássica no mercado, mas também adotou a mesma política de venda e promoção massiva de outras empresas. O kit da foto testei e não achei nada de novo. O som é legal, um timbre quente, mas satura muito fácil comparadas com as Sovtek. Você vira a caixa e vê uma etiqueta “Made In China”. Acontece que as válvulas não são Groove Tubes, apenas recebem a Logo e são vendidas por 50 Dólares lá fora e chegam a custar 300 Reais no Brasil. A dica é: Se for comprar válvulas casadas, compre Sovtek ou JJ. É a dica que dou para quem compra por aqui. Se for comprar lá fora pesquise bem. Eu precisava de válvulas novas então estas chegaram em boa hora, mas não são válvulas “profissionais” na minha humilde opinião.

Acontece que as marcas hoje exploram o Marketing daquilo que um dia fez história, e tentam vender réplicas ou até mesmo modelos melhorados.

Isso aconteceu com o Fuzz:

fuzz

Também rolou com overdrives e amplificadores:

bassman ts

Não questiono a qualidade de muitos destes produtos pois sabemos que é ótima, mas acabam mexendo muito com a ilusão dos produtos vintage. Quem quer realmente algo vintage precisa preparar o bolso e ir para os leilões para conseguir coisas realmente boas. Do contrário, ir atrás do que as marcas falam é ter o sonho que vai ter um som de um equipamento antigo.

Entre propagandas e comentários de internet a coisa fica tão confusa que as pessoas acabam engolindo a história errada, como é o caso dos captadores Fender Texas:

caps

Em qualquer buraco que você vai a primeira coisa que falam é que esta era a captação utilizada pelo SRV. Mentira. Não existia este modelo de captadores na época. Se existisse encontraríamos modelos antigos e até NOS (New Old Stock) para comprar. Ele utilizava captadores alnico originais da Stratocaster. Após a sua morte foi feito um estudo nos seus instrumentos e desenvolveram captadores com características aproximadas, aos quais batizaram de Fender Texas.

O motivo principal desse post foi uma conclusão engraçada que cheguei a uns dias. A guitarra é hoje um dos instrumentos mais populares do mundo. A internet é um lugar onde você acha tudo e mais alguma coisa. Entretanto, informação sólida sobre os equipamentos você não encontra. O que mais tem é pessoal brigando em fóruns e bilhões de links que te levam para propaganda e marketing cara de pau de produtos que muitas vezes são uma porcaria. O mundo da guitarra na internet hoje é um grande espaço de publicidade e faz falta sites com conteúdo legal, investigativo. Existem, mas ainda são poucos e cada um com um foco específico. Foi pensando nisso que iniciei uma busca por estes sites para compartilhar aqui no blog. Na medida que posso vou fazendo as minhas investigações e também vou compartilhando com vocês opiniões sobre as coisas. Na próxima semana vou trazer um site muito bacana com um conteúdo porreta sobre guitarras.

Até lá

Morley Bad Horsie 2

topo

Um pedal não tão popular aqui no Brasil e complicadinho de encontrar. A Dunlop domina hoje o mercado de pedais Wah-Wah no mundo todo. A Morley é também uma marca muito tradicional e conta com um histórico longo de produtos. Hoje falo um pouco do exemplar Bad Horsie 2 desenvolvido com a direção do guitarrista Steve Vai. Eu estava a uns 5 anos ou mais para comprar finalmente um Wah-Wah para o meu set de pedais, mas sempre acabei investindo em outras prioridades. Pois bem, quando chegou a hora de escolher fiz uma ampla pesquisa e acabei optando pelo modelo Bad Horsie 2.

O principal motivo da escolha foi a robustez e a durabilidade destes pedais. O tempo de vida útil é enorme graças ao sistema óptico na parte de controle que dispensa potenciômetros e assim elimina por completo o problema de desgaste mecânico. Outra coisa que motivou a compra foi ter conhecido um guitarrista que se estapeava no Ebay pelos modelos PWB da década de 70:

pwb

Tive a oportunidade de ver e ouvir de perto um modelo antigo assim e senti que no futuro deveria ter um pedal com essa pegada. Já toquei com vários Cry Baby e gosto, mas sempre gostei da resposta mais gutural e agressiva que os pedais Morley dão. Foi bem por isso que o guitarrista Steve Vai encontrou na marca a solução para a sua proposta sonora que é no mínimo curiosa. A minha escolha no modelo foi baseada na versatilidade. O pedal possui duas opções de timbre com chaveamento por footswitch, e ainda conta com ajuste fino de Countour e Level:

morleyyy

Existem dois leds. Um que liga quando ativado o segundo modo, e um do outro lado que indica se o pedal está em Bypass ou não. Assim que você tira o pé do pedal, ele automaticamente entra em Bypass. Não é necessário pisar até o fim com força para desligar como em outros modelos. Existem vantagens e desvantagens. Quem não gosta de Bypass eletrônico vai achar ruim, mas os Dunlop também possuem um Bypass safado que precisa ser trocada a chave assim que você compra o pedal. A vantagem é a comodidade em desativar o Bypass. Com uma chave 3pdt e um furinho na caixa você resolve o problema sem grandes transtornos. Como uso uma quantidade pequena de pedais não senti necessidade na modificação. Entre os pedais com Bypass eletrônico este foi dos que menos senti alterações na sonoridade, ponto positivo.

Abri o pedal para conferir o trabalho:

DSC00425

O pedal é construído nos EUA mesmo. Bem por isso achei que duas coisas poderiam ser melhores. Primeiro, a chave que ativa o segundo modo poderia ser de mais qualidade. Estas chaves duram pouco e custam 1 dólar lá fora. Mas também não é algo que você vá utilizar tanto quanto uma chave para Bypass. Segundo, apesar de bem construído e sem nenhum fio sobrando, o pedal foi feito naquilo que considero o pior tipo de fenolite que existe. O normal já é super frágil, este então é tipo um papelão. O que atenua isso é a caixa, feita em chapa de aço a prova de tudo. Dá para sapatear em cima do pedal que ela não dobra. Vendo por esse lado até consigo perdoar a falha na placa. Muito cuidado para quem for algum dia soldar seja o que for nela. Qualquer coisa as trilhas vão pular!

Os pedais Dunlop saem de fábrica com metal injetado extremamente resistente e com placas em fibra de vidro. Tinha que falar, me desculpem. hehehe

O que a Morley esqueceu em acabamento, investiu pesado no desenvolvimento da sonoridade que é incrível. Não me arrependi da compra e espero no futuro testar outros modelos. Outro que já fica pendurado na lista é o de volume, que pode ser utilizado para controle de ganho em distorção também. Uma mão na roda!

Bora pro som:

Ts9

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Pela primeira vez no blog um TubeScreamer original. Existem ótimos clones e pedais com a mesma sonoridade, mas é sempre legal falar de um ícone que inspirou todos os outros. É sabido que o primeiro deles foi o Ts-808, mas o seu irmão direto também contou muitas histórias no mundo musical. O modelo que apresento aqui é atual. Existe toda uma história sobre o aparelho e suas diferentes fases de produção. Quem tem interesse nessa história e também na origem dessa emblemática série de pedais pode consultar clicando AQUI. A principal diferença entre o Ts9 e o Ts808 está na etapa final do circuito. Em miúdos, o Ts9 tem um som com os médios mais carregados, enquanto o Ts808 tem uma sonoridade mais grave. Outra diferença que sempre existiu entre eles foi os modelos de circuito integrado. Atualmente os dois são produzidos e recebem o mesmo circuito, o famoso JRC4558D. Um Ts808 reedição custa uns bons cobres a mais que um Ts9. A diferença entre eles está em dois resistores.

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Os dois resistores que é preciso mudar já saem de fábrica com uma tinta marrom nos terminais. Legal, não? Não tenho a certeza se fazem isso para quem quer modificar ou por facilitar na hora de montar os pedais, já que o Ts808 recebe a mesma placa.

O pedal não traz nada novo além do regresso do integrado JRC4558D que por anos veio com o tão odiado JRC2043DD.

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A caixa é a mesma de sempre, alumínio fundido. Os potenciômetros são alpha e os jacks parecem muito com os da Amphenol. A diferença estética para os primeiros modelos é o led. Antigamente utilizavam um led comum vermelho. Agora o pedal vem com um led transparente, que quando ligado também fica vermelho. O detalhe é que não é um led de alto brilho. Ele fica super fraquinho e você só consegue ver se o pedal está ligado se for visto de cima. Muitos guitarristas trocam por um led vermelho de alto brilho nas duas edições do aparelho.

O som não desaponta, é um classico. Infelizmente não tenho como comparar o modelo antigo e o novo. Mesmo assim o modelo atual tem um som lindo e com um grão que muitos clones e derivados não conseguem ter.